DEFINIÇÃO DE TERRORISMO

O terrorismo tem sido registado na História pelo menos desde a época dos antigos gregos. Antes do século XIX os terroristas poupavam os inocentes não envolvidos no conflito. Por exemplo, na Rússia quando os radicais tentavam depor o Czar Alexandre II, cancelaram várias acções porque iriam ferir mulheres, crianças, velhos ou outros inocentes. Nos últimos dois séculos, entretanto, enquanto os Estados foram ficando cada vez mais burocratizados, a morte de apenas um líder político não causava as mudanças políticas desejadas, de modo que os terroristas passaram a usar métodos mais indirectos de causar ansiedade e perda de confiança no governo.

Após a Segunda Guerra Mundial, sobretudo no fim da década de 1960 e durante a década de 1970, o terrorismo era visto como parte de um contexto revolucionário. O uso do termo foi expandido para incluir grupos nacionalistas e étnico-separatistas fora do contexto colonial ou neocolonial, assim como organizações radicais e inteiramente motivadas por ideologia. A comunidade internacional – inclusive na esfera das Nações Unidas – considerava politicamente legítimas as lutas pela autodeterminação dos povos, legitimando-se portanto o uso da violência política por esses movimentos.

O terrorismo actual tem crescido entre os desesperados devido ao impacto psicológico que ele pode ter no público, graças à extensa cobertura que a imprensa pode dar. Terrorismo é frequentemente o último recurso dos desesperados, e pode ser usado por grandes ou pequenas organizações. Historicamente, grupos lançam mão do terrorismo quando eles acreditam que os métodos mais pacíficos, como protestos, sensibilização do público, ou declaração de estado de guerra não trazem esperança de sucesso. Uma outra razão de se lançar no terrorismo é uma tentativa de consolidar ou ganhar poder através da inoculação do medo na população a ser controlada, ou estimular um outro grupo a se tornar um inimigo feroz, impondo uma dinâmica polarizada de “eles-contra-nós”. Uma terceira razão para passar ao terrorismo é desmoralizar e paralisar o inimigo pelo medo; isso às vezes funciona, mas outras vezes endurece a posição do inimigo. Frequentemente um pequeno grupo lançado em actividades terroristas pode ser caracterizado por várias dessas razões. Em geral acções contra terroristas podem resultar em escaladas de outras acções de vingança; entretanto, é sabido que se as consequências de actos terroristas não são punidas, torna-se difícil deter outros grupos de terroristas.

Torna-se extremamente urgente a criação de uma definição de terrorismo aceite pela comunidade internacional de forma a reduzir as tensões entre as nações e resolver as crises internacionais. A falta da tal definição, principalmente no seio das Nações Unidas, dificulta os esforços internacionais contra esta ameaça. Na base da divergência sobre a formulação de uma definição de terrorismo estão dois pontos de vista que, embora parecendo teoricamente complementares, na prática são irreconciliáveis. Para uns a protecção do Estado e dos seus valores democráticos está no centro do debate, para outros, o mais importante é a não opressão dos designados “ freedom fighters ”.

Uma das definições possíveis de Terrorismo é uma estratégia política que consiste no uso de violência, física ou psicológica, em tempos de paz, por indivíduos ou grupos políticos, contra a ordem estabelecida, através de ataques a um governo ou à população que o legitimou, de modo que os estragos psicológicos ultrapassem largamente o círculo das vítimas, para incluir o resto da população do território.

Acções terroristas típicas incluem assassinatos, sequestros, explosões de bombas, matanças indiscriminadas, raptos, linchamentos. É uma estratégia política e não militar, e é levada a cabo por grupos que não são fortes o suficiente para efectuar ataques abertos, sendo utilizada em época de paz, conflito e guerra. A intenção mais comum do terrorismo é causar um estado de medo na população ou em sectores específicos da população, com o objectivo de provocar num inimigo (ou seu governo) uma mudança de comportamento.

Actos terroristas clássicos incluem os ataques de 11 de Setembro de 2001 quando foram destruídas as torres gémeas em Nova Iorque, assim como ataques a bomba na Irlanda do Norte, Oklahoma, Líbano e Palestina.

Há autores que definem terrorismo pelo Efeito produzido. É fácil de medir esta variável, mas no entanto um ladrão de bancos não é, geralmente, considerado terrorista se a sua acção não contiver um objectivo político. Definir terrorismo através do seu Método parece simples também, mas será que um sniper americano que faz uso de um método terrorista, é considerado terrorista? A intenção, dizem alguns, também deve ser equacionada. É difícil estabelecer um acto como sendo terrorista baseado exclusivamente na intenção, mas é precisamente isso que distingue um ladrão de bancos terrorista, que actua com um objectivo político, de outro ladrão de bancos, que vulgarmente actua com objectivos económicos. Outros acrescentam que se pode definir uma acção terrorista pelo contexto, ou seja, que uma definição deve reflectir a percepção popular de que o terrorismo usado durante uma luta pela libertação contra uma ocupação opressiva é mais justificável do que quando usado numa luta contra um “justo” ocupador. Todas estas nuances tornam a definição de uma definição de terrorismo muito relativa.

Terrorismo também não é guerrilha. Primeiro, terrorismo é, geralmente, materializado, num local calmo, ao contrário da guerrilha que se associa geralmente ao ambiente de guerra. Segundo, o alvo do terrorismo são não-combatentes ao contrário da guerrilha em que o alvo são combatentes. Terceiro, o número de baixas resultantes do terrorismo tem por base razões político-psicológicas, ao contrário da guerrilha, em que as razões são político-militares. Quarto, o terrorismo é normalmente materializado num ambiente urbano, enquanto que a guerrilha se associa mais ao ambiente rural. Quinto, enquanto que guerrilha se verifica em unidades geográficas e territoriais bem definidas, no terrorismo isso não se verifica, podendo ocorrer em áreas territoriais e geográficas difusas e previamente indefinidas. Sexto, frequentemente a organização que está por trás da actividade terrorista não é visível, é quase sempre feita num underground level, enquanto que a organização das actividades de guerrilha é geralmente bem visível. Sétimo, o terrorismo opera a partir de pequenas células ao contrário da guerrilha, em que há um grupo de dimensão considerável. Oitavo, enquanto que a guerrilha faz, normalmente, parte de um movimento popular de grandes dimensões, o terrorismo não encontra tanta base de apoio popular. Nono e último, o número de baixas na guerrilha é significativamente maior que no terrorismo: Vietname/Afeganistão: 1 milhão; 11 de Setembro: aproximadamente 3337.

O que distingue actos terroristas de crime, insanidade ou outras formas de guerra, é que os actos terroristas são geralmente motivados politicamente, fazem parte de uma estratégia, são muito dramáticos, as vítimas não são combatentes, e essas mesmas vítimas têm o “valor” estratégico de direccionar a mensagem para uma terceira parte.

Por fim, o famoso ditado “one man”s terrorist is another man”s freedom fighter” é falso. Um indivíduo pode ser só uma coisa ou ambas. “Freedom fighting” é definido com referência a um objectivo, terrorismo refere-se a um método. Porque terrorismo é um método, apesar de alguns o terem elevado a ideologia, e porque Estados e entidades não estatais usam terrorismo, parece mais correcto falar em métodos terroristas do que em movimentos terroristas. Sendo assim, definindo por oposição ao outro só serve para retirar legitimidade à noção de “ freedom fighting ” e para complicar deliberações políticas. Exemplos de acções de “ freedom fighting ” são a primeira intifada Palestiniana; a luta Indiana pela independência ou o movimento pelos direitos civis nos EUA.

Estabelecidas as devidas distinções, pode definir-se terrorismo como um método premeditado, politicamente motivado, comunicador de violência ou uma ameaça de violência contra não-combatentes em que as mortes das vítimas têm um valor mais psicológico do que estratégico-funcional e que procura influenciar uma terceira parte, geralmente a parte que dirige a comunidade que é alvo das acções. Em suma, e para ilustrar melhor esta definição de terrorismo acima mencionada, vejamos alguns casos práticos. Não é terrorismo: o assassinato de J.F. Kennedy; massacres em escolas; assassinatos de oficiais espanhóis pela ETA; ataque suicida do Hezbollah contra os marines norte-americanos (grey area - se esses oficiais estiverem a dormir ou não estiverem ao serviço já pode ser considerado terrorismo); a operação militar americana no Afeganistão. É terrorismo: assassinatos de banqueiros pela RAF (outra grey area – se os banqueiros são vistos como oficiais do sistema capitalista-imperialista não é terrorismo); castigo colectivo das forças israelitas aos Palestinianos; os bombardeamentos aliados em Dresden ou Hiroshima; treino americano aos Contras com o objectivo de aterrorizar a população de Nicarágua.

RETIRADO E ADAPTADO DAS SEGUINTES FONTES:

http://www.jornaldefesa.com.pt/conteudos/view_txt.asp?id=75

http://pt.wikipedia.org/wiki/Terrorismo

CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS

Em primeiro lugar, é necessário identificar os tipos de terrorismo. Existem centenas de facetas do terror, acontecendo de várias formas, mas podemos classificar em dois grandes grupos: o terrorismo aleatório, onde atentados acontecem ao acaso, sem um alvo definido e sem nenhuma ligação com grupos terroristas, e o seletivo, que tem alvos estabelecidos, ligados a facções terroristas, visando fins específicos.
A principal causa da difusão do terror na atualidade é o sistema capitalista, segregador, elitista e visa apenas à promoção dos mais ricos sobre os mais pobres. Diante disso, não resta outra opção que não a de causar impacto para que o povo se lembre da existência dos excluídos da globalização mundial.
Há também outras causas, como xenofobia e racismo (Ku-Klux Clan), desagrado com um governo (Brigadas Vermelhas), conflitos por território (OLP) e questões religiosas (Al-Qaeda). Quando os problemas políticos num país são grandes, e as forças nacionais não conseguem resolver, também é comum ver o terrorismo agindo como sistema militar.

Após o acontecimento de um acto terrorista, seja a explosão de uma bomba, morte de civis ou sequestros, a primeira consequência que a população sofre é pânico. A longo prazo, depois de um atentado, há xenofobia contra a nacionalidade dos terroristas, o que foi uma das grandes causas da invasão dos Estados Unidos ao Médio Oriente. Mas isso não acontece só entre países: o grupo IRA, que busca a libertação política da Irlanda do Norte, possui alto preconceito contra os habitantes da Irlanda do Sul e vice-versa, mesmo ambos sendo do mesmo país.
Consequências maiores também podem acontecer, como o início de guerras. Em 28 de Junho de 1914, o arquiduque Francisco Ferdinando, herdeiro do trono Austro-Húngaro, foi assassinado por um grupo terrorista chamado Mão Negra. Este atentado foi o rastilho para a primeira guerra mundial. Um exemplo actual seria a invasão americana no Iraque, que devastou quase todo o território e continua a causar terror nessa área.
Quando um acto terrorista ocorre, seja em um país desenvolvido como o Estados Unidos, ou um subdesenvolvido como o Iraque, as causas e consequências são sempre as mesmas, o que acarreta o terrorismo a ser um acto de pânico universal.

GRUPOS TERRORISTAS

INTRO

O terrorismo tem vindo a ganhar grande popularidade devido às informações difundidas pelos meios de comunicação, principalmente após os ataques de 11 de Setembro nos Estados Unidos. O mundo tem observado o terrorismo como uma ameaça constante, pois existem vários grupos espalhados por todo o mundo que reivindicam diferentes interesses e ideologias, aqui ficam os mais importantes:

Al-Qaeda

É um grupo fundamentalista islâmico que possui financiadores para o desenvolvimento de ataques em diferentes pontos do planeta, além disso, detém ramificações dentro da própria organização, sendo o seu líder Osama Bin Laden. Este grupo tem por critério ataques no Médio Oriente, no entanto, estes também podem ocorrer no Ocidente, como aconteceu nos Estados Unidos no 11 de Setembro

. Este grupo reivindica que os governos ocidentais agem contra os interesses dos muçulmanos, tomando medidas como:

O apoio económico e militar a regimes opressores dos muçulmanos, como por exemplo o Estado de Israel;

Tentativa de influenciar os assuntos dos governos e comunidades islâmicas;

Invasão do Iraque em 2003;

Suporte a regimes anti-islâmicos, através do fornecimento de armas ou empréstimos monetários.

Este grupo está dividido em 4 comités diferentes, como se fosse um governo dentro da organização:

O Comité Militar é responsável pela recruta e treino de indivíduos, pela aquisição de armas e planos de ataque.

O Comité de Negócios e Dinheiro gere todo o sistema burocrático da organização, como por exemplo o fornecimento de passaportes e identidades falsas para viagens, e tudo que envolva assuntos monetários.

O Comité legislativo revê as Leis Islâmicas e decide as leis.

O Comité de Estudos Islâmicos altera determinadas teses islâmicas consoante o seu objectivo. Podemos verificar as suas acções quando alteraram um livro religioso, onde colocaram que os muçulmanos apenas seriam livres se matassem Americanos.

Hamas (Movimento de Resistência Islâmica)

É um grupo de origem Sunita que age em locais próximos à fronteira entre a Palestina e Israel, e procura a formação do Estado Palestino através de atentados com homens bomba e outros tipos de actos terroristas. O Hamas governa a parte dos Territórios Palestinianos correspondente à Faixa de Gaza desde 2007, ano em que foi eleito por uma larga maioria no Parlamento. Este grupo define-se como um movimento de resistência Palestiniana, cujos princípios se baseiam no Corão. O seu principal objectivo é instaurar um Estado Palestiniano que abranja o seu antigo território, agora ocupado por Israel. O Hamas está presente num grande número de conflitos, no entanto, os mais importantes estão localizados na Faixa de Gaza e na Cisjordânia.

Hezbollah

Também conhecido com o Partido de Deus é uma organização política e militar, fundamentalista islâmica e xiita, sediada no Líbano. É considerado um movimento de resistência legítimo por todo o mundo islâmico e árabe. No entanto, os países ocidentais como os Estados Unidos, Argentina, Israel, e Canadá consideram este grupo como sendo terrorista. Esta organização surgiu em 1982 em resposta à invasão do Líbano por parte de Israel. O grupo ganhou grande popularidade, tendo um lugar assente no parlamente do Líbano, uma estação de rádio e televisão via satélite para todo o mundo. O seu objectivo, actualmente, é libertar ou recuperar terras ocupadas mais propriamente libertar o seu país do conflito com Israel. Devido a isto encontram-se, actualmente, num variado número de conflitos contra diferentes países ou grupos.

ETA

A organização Euskadi Ta Askatasuna (Pátria Basca e Liberdade) mais conhecida como E.T.A, foi criada 1959 a partir de um outro partido, denominado Partido Nacionalista Basco que tinha sobrevivido na clandestinidade. É um grupo que pratica actos terroristas como meio de alcançar a independência da região do País Basco da Espanha e da França. Esta organização possui uma ideologia separatista/independentista, marxista/leninista e revolucionária. Este grupo reivindica a zona do nordeste de Espanha e Sul de França, mais propriamente na zona montanhosa dos Pirenéus. O governo Espanhol concedeu o estatuto de Comunidade Autónoma Basca a 3 das suas províncias, o que não foi suficientemente bom para os Bascos que continuam a lutar pela sua independência total. Recentemente, a comunicação social Portuguesa tem difundindo noticias que relatam o aparecimento de elementos deste grupo no nosso pais. No entanto, os ataques continuam apenas a ser praticados em Espanha, nomeadamente com a utilização de carros armadilhados.

O Exército Republicano Irlandês, mais conhecido como IRA, é um grupo terrorista Paramilitar Católico que tinha como objectivo principal expulsar as tropas Britânicas de solo Irlandês. Um dos seus outros objectivos era a reintegração com a República da Irlanda. Este grupo praticou actos terroristas até 2005, data onde anunciaram o fim da sua “luta armada” onde entregaram todas as suas armas para consequente desmantelamento. Em outrora, os seus actos tinham como objectivo atingir alvos religiosos, mais propriamente os protestantes que habitam na Irlanda, que representavam cerca de 75% da população.

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército do Povo também conhecidas por FARC ou FARC-EP, é uma guerrilha considerada terrorista, de inspiração comunista, revolucionária marxista-leninista, que actua mediante tácticas de guerrilha. O seu objectivo principal é a implantação do Socialismo na Colômbia.

As FARC são consideradas uma organização terrorista pelo governo dos E.U.A , da Colômbia, do Canadá , e pela União Europeia.

No entanto, países como o Equador, a Bolívia, o Brasil, a Argentina e o Chile não consideram a guerrilha como terrorista.

Este grupo foi criado em 1964 como carga militar do Partido Comunista Colombiano, no entanto, após uns anos de corrupção dentro do próprio partido este acabou, considerando as FARC um movimento independente.

Movimento este que possui, actualmente, entre 6000 a 8000 membros.

Para sustentar os seus ideais, as FARC estão envolvidas no tráfico de droga, mais propriamente cocaína, sendo considerada um dos grandes fornecedores a nível mundial, principalmente para os E.U.A.

Praticam vários tipos de atentados, no entanto, são conhecidos por capturar estrangeiros como moeda de troca.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Grupos_terroristas

TIPOS E TÁCTICAS DO TERRORISMO

Terrorismo indiscriminado

Terrorismo indiscriminado acções que se destinam a provocar danos a um agente indefinido ou irrelevante. Não existe um alvo estabelecido previamente. Este visa a propagação do medo geral na População e vencer por um sentimento geral de instabilidade.

Exemplo: A Colocação de bombas em cafés, parques de estacionamento, metro.

Terrorismo Selectivo

Visa atingir directamente um indivíduo. Selectivo significa que visa um alvo reduzido, limitado, específico e conhecido antes de efectuar o acto. Visa a chantagem, vingança ou eliminação de um obstáculo. Considerasse terrorismo porque tem efeitos camuflados, e efeitos políticos ou pretende pôr em causa uma determinada ordem.

Exemplo: Ku Klux Klan, ETA, Al Qaeda,

IRA, Frente de Libertação Islâmica

Terrorismo de Estado

Actos generalizados de violência

Sistemática praticados por governos contra a sua sociedade, contra minorias internas ou povos dominados cujo objectivo é quebrar a resistência à sua autoridade e impor determinada ordem. Tratasse de um acto polémico pois, normalmente, o Estado usa meios repressivos e há então, um limite que é ultrapassado, transformando a repressão, em terror sistemático.

Exemplo: Nazismo na Alemanha, Estalinismo na URSS, regimes militares latino-americanos

Terrorismo Comunal ou Comunitário

Conflitos desordenados, que a população civil ou as suas autoridades intervêm directamente, contra outras comunidades, geralmente minorias étnicas ou religiosas. Tratasse de uma espécie de “terror colectivo”, visando a expulsão ou eliminação destas. Este tipo de terrorismo tem vindo a crescer no Afeganistão, Paquistão e Índia, e é o que produz o maior número de vítimas e destruições.

Exemplo: Guerra civil, conflitos na URSS

Http://www.eslfb.pt/cache/get_bin.aspx?404

http://www.eslfb.pt:80/cache/bin/XPQnNiwXX3131h7G3CGNvONZKU.pdf

Bioterrorismo

Um ataque de bioterrorismo é a libertação deliberada de vírus, bactérias ou de outros micróbios (agentes) utilizados para causar doença ou morte de pessoas, animais ou plantas. Estes agentes são normalmente encontrados na natureza, mas é possível que eles poderiam ser alterados para aumentar a sua capacidade de causar doenças, torná-los resistentes aos medicamentos actuais, ou para aumentar a sua capacidade de se espalhar no meio ambiente. Os agentes biológicos podem ser espalhados pelo ar, pela água ou na comida. Os terroristas podem utilizar agentes biológicos porque eles podem ser extremamente difíceis de detectar e não causar a doença por várias horas a vários dias. Alguns agentes de bioterrorismo, como o vírus da varíola, pode ser transmitida de pessoa para pessoa e alguns, como o antrax, não pode.

O bioterrorismo é uma arma atraente porque os agentes biológicos são relativamente fáceis e baratos de obter ou produzir, pode ser facilmente disseminada, e pode causar medo e pânico generalizado para além do dano físico, eles podem causar. Os líderes militares, no entanto, ter aprendido que, como um ativo militar, o bioterrorismo tem algumas limitações importantes, é difícil empregar uma arma biológica de uma forma que só o inimigo é afectado e não as forças amigas. Uma arma biológica é útil para os terroristas, principalmente como um método de criação de pânico em massa e rompimento de uma sociedade. No entanto, tecnólogos, como Bill Joy têm advertido sobre o potencial poder da engenharia genética que pode colocar nas mãos dos futuros bioterroristas.

Ataques suicidas
Definição
terrorismo suicida é um termo problemático definir. Há um debate em curso sobre as definições de terrorismo em si. Kofi Annan, Secretário-geral das Nações Unidas, definiu o terrorismo em Março de 2005 na Assembleia Geral como uma acção "destinada a causar a morte ou ferimentos graves a civis ou não combatentes" com o propósito de intimidação.

Por exemplo, Jason Burke, um jornalista que viveu entre os militantes islâmicos a si mesmo, embora preferindo o termo "militância" para "o terrorismo", sugere que mais define o terrorismo como "o uso da violência ou ameaça grave" para avançar uma espécie de "causar», e sublinha que o terrorismo é uma táctica, e Burke deixa o alvo de tais acções fora da definição, embora seja também evidente na chamada abomináveis atentados suicidas". F. Halliday, entretanto, chama a atenção para o fato de que a atribuição o descritor de "terrorista" ou "terrorismo" para as acções de um grupo é uma táctica usada pelos estados para negar "legitimidade" e "direitos para protestar e rebelde", embora semelhante à de Burke não define o terrorismo em termos de militância do a vítima como fez Kofi Annan sua abordagem preferida é a de se concentrar nos aspectos específicos dentro de terrorismo que podemos estudar sem usar o conceito em si, como é carregado com 'tal distorção e mito ". Isto significa concentrar sobre os componentes específicos de "terror" e "violência política" no âmbito do terrorismo.
Com a consciência de que o debate em mente o terrorismo suicida, se tem sido definida por A. Pedazur como "A diversidade das acções violentas perpetradas por pessoas que estão conscientes de que as hipóteses de eles voltarem vivos estão perto de zero." Esta captura suicídio
bombardeios, e a gama de tácticas suicidas abaixo.

Histórico

O livro bíblico de Juízes conta a história de Sansão, o herói judeu e como ele matou-se para derrubar o templo dos filisteus a fim de matar três mil filisteus.
A Ordem dos Assassinos muçulmanos (Assassins) do final do século 11 e, posteriormente, eram conhecidos por entrar em suas missões, sabendo que a morte era quase certa, e encorajados pela promessa do paraíso que tinha sido feito para eles vivo em um cenário engenhoso que foi usado como um ferramenta de recrutamento. Alegadamente o assassino potencial seria dada haxixe e levado para um jardim cheio de belas mulheres, e disse que ele estava desfrutando um sabor de paraíso islâmico, após o que foi dito que para voltar ao paraíso que ele tinha que sair e matar o seu vítima, e ser morto no processo.
No final do século 17, Qing oficial Yu Yonghe registado que soldados feridos Holandês luta contra as forças Koxinga para o controle de Taiwan em 1661, iria utilizar pólvora para explodir a si mesmos e os seus adversários ao invés de ser preso. No entanto, o observador chinês
pode ter confundido bem essa táctica suicida com a prática holandesa padrão militar de minar e explodir posições recentemente invadida pelo inimigo, que quase custou sua vida Koxinga durante o cerco.
Durante a Revolução belga, holandês Jan van Tenente Speijk detonou seu próprio navio no porto de Antuérpia para evitar serem capturados pelos belgas.
Outro exemplo foi o soldado prussiano Karl Klinke em 18 de Abril de 1864 na Batalha de Dybbøl, que morreu abrindo um buraco em uma fortificação dinamarquês.
No século 18 John Paul Jones escreveu sobre marinheiros Otomano fixação dos seus próprios navios em chamas, e forçando os navios de seus inimigos, embora soubessem, isso significava a morte certa para eles.

Atentado suicida como uma ferramenta política pode ser rastreada até o assassinato do czar Alexandre II da Rússia em 1881. Alexandre caiu vítima de uma conspiração niilista. Durante a condução em uma das ruas centrais de São Petersburgo, perto do Palácio de Inverno, foi mortalmente ferido pela explosão de granadas de mão e morreu poucas horas depois. O czar foi assassinado por um membro do Narodnaya Volya, Ignacy Hryniewiecki, que morreu enquanto intencionalmente explodir a bomba durante o ataque.
Rudolf Christoph Freiherr von Gersdorff destina-se a assassinar Adolf Hitler em atentado suicida em 1943, mas foi incapaz de completar o ataque.
Durante a Batalha de Berlim, a Luftwaffe voou Selbstopfereinsatz contra a União Soviética pontes sobre o rio Oder. Essas missões foram efectuadas pilotos do Esquadrão de Leónidas sob o comando do tenente-coronel Heiner Lange. A partir de 17 de Abril até 20 de Abril de 1945, usando qualquer avião que estivesse disponível, a Luftwaffe alegou que o esquadrão destruído 17 pontes, no entanto, o historiador Antony Beevor militar ao escrever sobre o incidente pensa que esta era exagerada e que apenas a ponte ferroviária, foi Küstrin definitivamente destruído. Ele comenta que "trinta e cinco pilotos e aeronaves foi um preço alto a pagar por um sucesso tão limitado e temporário". As missões eram chamadas de fora, quando as forças terrestres soviéticas chegaram nas proximidades da base aérea do esquadrão em Jüterbog.

Após a II Guerra Mundial, Viet Minh voluntários "morte" lutou contra os franceses e as forças coloniais, usando uma vara longa, como explosivos para destruir os tanques franceses.

Moderno
O número de ataques com tácticas suicidas aumentou de uma média de menos de cinco por ano durante a década de 1980 para 180 por ano entre 2000 e 2005, e dos ataques de 81 de suicídio em 2001 para 460 em 2005. Estes ataques foram destinados a diversos alvos civis e militares, inclusive no Sri Lanka, alvos israelitas em Israel desde 06 de Julho de 1989, os iraquianos desde a invasão liderada pelos EUA daquele país em 2003, e os paquistaneses e afegãos desde 2005.
Pode haver problemas em identificar se o bombardeio foi, de facto, um atentado suicida, mas isso varia em diferentes regiões. Por exemplo, em alguns relatórios em Bangladesh, as tropas ou a polícia do estado são a única fonte para a alegação de um ataque suicida, e relatos de testemunhas oculares, tais podem ser pouco confiáveis.
Nem todos os ataques suicidas são modernas pelos islamistas, um exemplo notável sendo o separatista Tigres de Libertação do Eelam Tamil, no Sri Lanka.
Esse problema com os ataques bombistas suicidas que se identificam como não é um problema em países como Israel, Gaza e na Cisjordânia, onde os atentados suicidas são uma estratégia aberta islâmicos contra os israelitas que ganhou o apoio de ambos Hamas e Fatah.
Por exemplo, entre Outubro de 2000 e Outubro de 2006 havia 167 claramente identificados ataques suicida, com 51 outros tipos de ataque suicida. Tem sido sugerido que havia tantos voluntários para o "Istishhadia" na Segunda Intifada em Israel e nos territórios ocupados, tal era a táctica crescente aceitação popular, que os recrutas e despachantes tinham um "maior número de candidatos do que nunca, com um entrevistado Fatah afirmando que eles eram" inundado "com os candidatos.
Os ataques suicidas também são uma característica comum da situação no Iraque e no Afeganistão.
Atentados suicidas também se tornaram uma táctica na Chechénia, em primeiro lugar a ser utilizados no conflito em 2000, quando um homem e uma mulher dirigiam um caminhão carregado de bombas em uma base militar russa na Alkhan Kala. Uma série de ataques suicidas ocorrido em A Rússia, como resultado do conflito checheno, que vão desde a crise dos reféns do teatro de Moscovo em 2002 para a crise dos reféns da escola de Beslan em 2004. O Metro de Moscovo 2010 bombardeios são também acredita resultado do conflito checheno.
Houve também ataques suicidas na Europa Ocidental e nos Estados Unidos. Em 11 de Setembro ao World Trade Center e Pentágono ataques mataram quase 3.000 pessoas em Nova York em 2001. Um outro ataque em Londres em 7 de Julho de 2005 matara 52 pessoas.
Em suma, as tácticas suicidas se tornaram comuns no mundo moderno, com ataques a uma escala global, como parte de diversos conflitos regionais.

IDEOLOGIA TERRORISTA

Ao longo dos anos tem-se vindo a questionar quais os motivos dos terroristas para tanta destruição e horrores contra a humanidade. Muitos dizem que não tem qualquer motivo, é só mas uma maneira de reagir de forma contrária e ofensiva.

Mas ao longo do tempo tem vindo a demonstrar que muitos dos terroristas tem uma razão valida para as coisas que fazem. Tendo vários motivos para faze-lo como por exemplo o nacionalismo, étnico, religioso e comunista mostrando a sua insatisfação com os acontecimentos em seus países.

Terrorismo comunista terrorismo cometidos por organizações que se referem a si mesmos como comunista. O termo possui uma definição rigorosa. Há um desacordo sobre a definição precisa de terrorismo, e há uma disputa ligação entre a adesão à ideologia comunista e cometer actos terroristas. No entanto, existe uma série de activos e inactivos (dissolvido ou destruir) as organizações de esquerda radical que reivindicou a adesão a alguma forma de ideologia comunista e que foram consideradas como terroristas pela comunidade internacional.

Terrorismo étnico refere-se à violência que é predominantemente retórica emoldurada por causas e questões relacionadas ao ódio étnico, embora a violência étnica é mais comum à violência política, e muitas vezes os termos são intercambiáveis em contexto local onde a referência à etnia é considerada mínima ou impróprios."Terrorismo racista é uma forma de violência étnica que normalmente é dominado por formas abertas de racismo e xenofobia. Esta forma geralmente envolve ataques às minorias, e manter uma associação com o extremismo de direita.Grupos raciais como Neo-Nazis muitas vezes dominam a percepção de um terrorista étnica, embora outros agentes violentos associados a supremacia étnica qualificar.Violenta rivalidade étnica é o assunto do Der judaica sociólogo Ludwig Gumplowicz de Rassenkampf ("Luta dos" Races, 1909), e mais recentemente de estudo notável Amy Chua, World On Fire: How Exportadores Mercado Livre Democracia Raças racismo e Global instabilidade e Kevin B. MacDonald "s trabalhos controversos sobre a política de Darwin, evolução do judaísmo.

PKK

Pogrom

Combat 18, United Kingdom

The Order, United States

Ku Klux Klan, United States

Hammerskins, International

Serb Paramilitary groups i.e. Arkan's White tigers and many more

The Croatian Ustaše headed by Ante Pavelić

APLA, South Africa

Death Angels, United States

MLNQ

Don Black (nationalist) and Operation Red Dog

Cronulla Race Riots in Sydney, 2005

2006 Moscow market bombing, Russia

Riots in Kondopoga, Karelia, Russia in 2006

The Hedvig Malina-case

The Dashnaks, EOKA and Czarist Russia

Coordinadora Arauco Malleco (CAM), mapuche terrorist group

Zionist political violence



Terrorismo nacionalista é uma forma de terrorismo motivado pelo nacionalismo. Terroristas nacionalistas procuram forma de autodeterminação que pode variar de ganhar maior autonomia para estabelecer completamente independente, Estado soberano (separatismo). Terroristas nacionalistas frequentemente se opõem ao que consideram ser de ocupação, imperial, ou ilegítimo poderes.Terrorismo nacionalista está associada a um grupo nacional, a identificação étnica, religiosa ou outra, e o sentimento entre os membros desse grupo que são oprimidos ou negados direitos, especialmente direitos concedidos aos outros.Tal como acontece com o conceito de terrorismo em si, o termo “terrorismo nacionalista" e sua aplicação são questões altamente controversas. O que constitui um regime ilegítimo e que tipos de violência e guerra são aceitáveis contra tal estado são temas de debate. Grupos descritos por alguns como "terroristas nacionalistas" tendem a considerar-se "combatentes da liberdade"Outros terrorismo nacionalista pode incluir a violência contra os imigrantes no país. Nacionalistas em muitos países, a imigração como uma ameaça para a prosperidade das populações locais ou nativas do país.Os grupos nacionalistas terroristasExército de Libertação do Baluchistão ETA EOKA Partiya Curdistão Karkerên Ergenekon Lobos Cinzentos Front de Libération du Québec (FLQ) Provisória Exército Republicano Irlandês (IRA) Exército de Libertação do Kosovo (ELK) Mujahedin do Povo do Irão (MKO)Organização para a Libertação da Palestina (OLP) Tigres TamilExército Insurgente Ucraniano (UPA) Wawelberg Grupo Lehi Irgun



Terrorismo religioso é o terrorismo por aqueles cujas motivações e objectivos têm um carácter religioso predominante ou influência.Na idade moderna, após o declínio das ideias, como o direito divino dos reis e com a ascensão do nacionalismo, o terrorismo mais frequentemente envolvidos anarquismo, niilismo e da política revolucionária, mas desde 1980 tem havido um aumento na actividade motivada por religião.Ex-Estados Unidos secretário de Estado Warren Christopher, disse que os actos terroristas em nome da religião e identidade étnica se tornaram "um dos desafios de segurança mais importantes que enfrentamos na sequência da Guerra Fria." Steven Weinberg defendeu que a religião é o factor mais importante. No entanto, Robert Pape, Rogers et al, Nardin e Juergensmeyer todos no sentido de que a religião deve ser considerada apenas um elemento acessório, e que o chamado "terrorismo" religioso é essencialmente geopolíticas.

Mark Juergensmeyer, “o terrorismo religioso consiste em actos que aterrorizam, a definição do que é fornecida pelas testemunhas - os apavorados - e não pelo partido a cometer o acto, acompanhado por uma motivação religiosa”. A religião é muitas vezes utilizada em combinação com outros factores, e às vezes como a principal motivação.

Islâmico com base no islamismo, e que visa propagar a cultura islâmica, da sociedade e dos valores em oposição à política, supostamente imperialistas e as influências culturais dos não-muçulmanas, e o mundo ocidental em particular.Há também a dimensão política da ideologia e da história da influência ocidental e de controlo após a queda do Império Otomano em 1918, é a razão comum declarou usado dentro da ideologia para justificar e explicar o uso da violência como resistência e punitivo contra ocidentais influências.

O terrorismo islâmico é frequentemente inspirado por inúmeros versos Alcorão que justifica ou encorajar ataques contra não-muçulmanos ou àqueles que não podem ser consideradas piedosas. Robert Pape, alegou que, pelo menos, os terroristas que utilizam ataques suicidas - particularmente eficaz forma de ataque terrorista, não são conduzidos pelo islamismo, mas por "um objectivo estratégico muito claro: para obrigar as democracias modernas de retirar as forças militares do território que os terroristas vêem como sua pátria. Em particular, estudioso Scott Atran, director de pesquisa e participar no grupo NATO estudar o terrorismo suicida, salienta que não existe uma causa única raiz do terrorismo. Maiores preditores de atentados suicidas, Atran conclui, não é a religião, mas a dinâmica de grupo: "a dinâmica de pequenos grupos envolvendo amigos e familiares que formam a célula diáspora de fraternidade e camaradagem em que a crescente onda de acções martírio se baseia" A ideologia principal por trás do terrorismo islâmico é o princípio da Jihad, ou luta, que é a pedra fundamental do Islão. Jihad defensora da guerra sobre os não-muçulmanos e apóstatas. De acordo com a luta contra o terrorismo autor Dale C. Eikmeier, "ideologia", ao invés de qualquer indivíduo ou grupo, é o "centro de gravidade" da Al Qaeda e grupos afins, e à ideologia é um conjunto "de pensamento islâmico violento chamado Qutbism. " Ele resume os princípios da Qutbism como sendo: A crença de que os muçulmanos têm desviado do verdadeiro Islão e deve retornar para o "Islão puro", como inicialmente praticado durante o tempo do Profeta. O caminho para o "Islão puro" só através de uma interpretação literal e estrita do Corão e do Hadith, juntamente com a execução de comandos do Profeta. Os muçulmanos devem interpretar as fontes originais, individualmente, sem ser obrigada a seguir as interpretações dos estudiosos islâmicos. Que qualquer interpretação do Alcorão a partir de uma perspectiva histórica, contextual é uma corrupção, e que a maioria da história islâmica e da tradição clássica jurisprudencial é mero sofisma. Transnacional ideologia islamista, especificamente do militantes islâmicos, afirmam que organizações políticas da sociedade ocidental e estão activamente anti-islâmicas, ou como às vezes é descrito, travando uma "guerra contra o Islão". Islâmicos, muitas vezes identificarem o que eles vêem como uma luta histórica entre o Cristianismo e o Islão, que remonta até as Cruzadas, entre outros conflitos históricos entre os praticantes das duas religiões respectivas. Osama bin Laden, por exemplo, quase sempre descreve o seu inimigo, agressivo e seu apelo para uma acção contra eles como defensivo. Jihad defensiva difere da jihad ofensiva em ser "fard Ayn al-", ou uma obrigação pessoal de todos os muçulmanos, em vez de "fard Kifaya-al", uma obrigação comunitária, que se realizar alguns muçulmanos não é exigido de outros. Assim, a elaboração de uma luta de defesa tem a vantagem de ambos pareciam ser uma vítima, em vez de agressor e de dar a sua luta a mais alta prioridade religiosa para todos os bons muçulmanos. Muitos dos grupos violentos terroristas utilizam o nome de jihad para lutar contra os cristãos e judeus. Um exemplo é o Bin Laden Al-Qaeda, que também é conhecido como "Frente Islâmica Internacional para a Jihad contra os judeus e os cruzados". A maioria dos militares islâmicos se opõe às políticas de Israel, e frequentemente a sua existência.



Cristão motivados para o que normalmente é enraizada em uma interpretação idiossincrática da Bíblia e de outros princípios de fé cristã. Terroristas cristãos recorrem a escritura cristã e teologia para justificar a violenta actividade política.O jornalista britânico Ian Gilmour e político citou o caso do massacre histórico de São Bartolomeu do dia como um exemplo de terrorismo religioso a par com o terrorismo moderno, e passa a escrever, "Aquele massacre, disse o Papa Gregório XIII, deu-lhe mais prazer Batalhas de cinquenta de Lepanto, que encarregou Vasari de pintar a frescos dele no Vaticano ". Estima-se que entre 2.000 e possivelmente 25 mil huguenotes (protestantes franceses) foram assassinados por uma turba católica, e que tem sido chamado de" o pior de massacres religiosos do século ". O massacre levou ao início da guerra "quarto" das guerras religiosas na França, que foi marcada por muitos outros massacres e assassinatos de ambos os lados. Peter Steinfels citou o caso histórico da Conspiração da Pólvora, quando Guy Fawkes e de outros revolucionários Católica tentou derrubar a criação protestante da Inglaterra, fazendo explodir as Casas do Parlamento, como um caso notável de terrorismo religioso.



RETIRADO, ADAPTADO E TRADUZIDO DAS SEGUINTES FONTES:

http://en.wikipedia.org/wiki/Terrorism

segunda-feira, 7 de junho de 2010

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